Considerações sobre os fundamentos da psicanálise em o mal-estar na civilização

Autores

  • Mateus Barreiro Unesp-Marília
  • Alonso Bezerra de Carvalho UNESP-Marília
  • Macioniro Celeste Filho UNESP-Bauru

Resumo

o presente trabalho trata da obra de Freud, O mal-estar na civilização, com foco na concepção do ser humano nela abordada, que apresenta conflitos internos em decorrência das exigências da sociedade. Com a publicação dos escritos psicanalíticos, há vários pontos de tensão entre o indivíduo e a civilização que induziram Freud a fundamentar os conceitos de id, ego, superego, princípio da realidade, entre outros. Tais conceitos viabilizaram o entendimento dos princípios da civilização, vindo a romper com a dualidade entre os aspectos inconscientes individuais e coletivos. Nessa obra, Freud utilizou terminologias usuais da ciência naturalista em consonância com o espectro de saberes adjacentes do campo das humanidades, tendo em vista que a junção de saberes, em um todo coerente, proporcionaria maior alcance teórico para a psicanálise. Este artigo pretende investigar quais são os fundamentos da psicanálise em O mal-estar na civilização, bem como as perspectivas que Freud tinha de ciência naquele período.

Biografia do Autor

Alonso Bezerra de Carvalho, UNESP-Marília

Professor adjunto no Departamento de Didática e do Programa de Pós-Graduação em Educação da UNESP, Campus de Marília

Macioniro Celeste Filho, UNESP-Bauru

Professor permanente do Programa de Pós-graduação em Docência para a Educação Básica, da Faculdade de Ciências da UNESP, Campus de Bauru.

Publicado

2022-04-01

Edição

Seção

Freud: ensaios sobre psicanálise