Aspectos de uma interpretação não redutiva da vida em Heidegger: a hermenêutica da natureza e o fenômeno da vida

Autores

DOI:

https://doi.org/10.59539/2175-2834-v16n2-93

Palavras-chave:

Heidegger; ontologia; hermenêutica da natureza; vida; mundo.

Resumo

Este artigo mostra a abordagem hermenêutica realizada por Martin Heidegger dos conceitos de natureza e vida a partir da ontologia fundamental. Em Ser e Tempo, Heidegger elabora as condições hermenêuticas para que se possa apreender ontologicamente a vida através do que ele chama de interpretação privativa da vida. O desenvolvimento sistemático do sentido de ser da vida é apresentado por Heidegger na preleção Os conceitos fundamentais da metafísica: mundo, finitude, solidão, de 1929/1930. Nela, para apresentar o fenômeno da vida, Heidegger parte da tese central de que todo vivente é organismo, de modo a desenvolver uma investigação ontológica em conjunto com pesquisas biológicas e zoológicas. Por conseguinte, após a explicitação dos modos de encontro com a natureza, será evidenciado como a natureza em sentido originário mostra-se a partir de um retraimento na abertura de mundo do ser-aí em sua relação com os organismos vivos.

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Publicado

2014-12-01 — Atualizado em 2014-12-01

Como Citar

Silveira, A. L. R. (2014). Aspectos de uma interpretação não redutiva da vida em Heidegger: a hermenêutica da natureza e o fenômeno da vida. Natureza Humana - Revista Internacional De Filosofia E Psicanálise, 16(2), 138–168. https://doi.org/10.59539/2175-2834-v16n2-93

Edição

Seção

Artigos