Submissões

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Condições para submissão

Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.
  • A contribuição é original e inédita, e não está sendo avaliada para publicação por outra revista; caso contrário, deve-se justificar em "Comentários ao editor".
  • O arquivo da submissão está em formato Microsoft Word, OpenOffice ou RTF.
  • URLs para as referências foram informadas quando possível.
  • O texto está em espaço simples; usa uma fonte de 12-pontos; emprega itálico em vez de sublinhado (exceto em endereços URL); as figuras e tabelas estão inseridas no texto, não no final do documento na forma de anexos.
  • O texto segue os padrões de estilo e requisitos bibliográficos descritos em Diretrizes para Autores, na página Sobre a Revista.
  • Em caso de submissão a uma seção com avaliação pelos pares (ex.: artigos), as instruções disponíveis em Assegurando a avaliação pelos pares cega foram seguidas.

Diretrizes para Autores

1. Sobre a formatação do texto:

Os textos[1] para a editora DWWe devem ser enviados para o email: revistas@dwwe.com.br em um arquivo com extensão word.

Utilize a letra Times New Roman, tamanho 12 para o texto (justificado), com entrelinha de 1,5 e sem espaço adicional entre os parágrafos, que devem ter recuo de 1,25cm. Os títulos de capítulo ou de artigo são centralizados, em bold, no tamanho de letra 14. Itens (ou seções) dentro do texto devem ter numeração (números arábicos), em bold, sem recuo de parágrafo e com entrelinha de 1,5 cm antes e depois.

As citações de outros autores dentro do texto devem vir entre aspas e, no caso de superar 40 palavras, blocar texto, com recuo de 2,50cm, tamanho de letra 11, sem aspas, com entrelinha (de 1,5cm) antes e depois da citação. Caso haja na citação alguma supressão, use [...] e não (...). Também acréscimos do autor à citação devem estar entre [ ].

 

Exemplo 1:

 

Esboço do paradigma winnicottiano

Zeljko Loparic

 

 1. Introdução

 

O principal objetivo deste trabalho é apresentar uma visão unificada da contribuição de Winnicott à psicanálise. Esse autor vem sendo reconhecido já há algum tempo como uma das grandes figuras da história dessa disciplina. [...]

Minha ênfase neste trabalho não recairá sobre esta ou aquela contribuição (dentre as muitas feitas) de Winnicott à psicanálise, mas sobre a própria natureza dessa contribuição. Tentarei alcançar esse objetivo através de uma análise conceitual baseada, em grande parte, no exame do desenvolvimento histórico de suas ideias. Ele próprio já havia recomendado a abordagem histórica para a compreensão de seus pontos de vista. Em Natureza humana, após explicar algumas de suas ideias sobre a elaboração imaginativa das funções corporais, acrescentou:

 O leitor deve formar uma opinião pessoal sobre essas questões, depois de aprender, tanto quanto possível de modo histórico, o que foi pensado, que é a única forma de uma teoria, num dado momento do seu progresso, mostrar-se inteligível e interessante. (1988, p. 42; itálicos meus)

 

Exemplo 2:

Mas, tal como na linha do amadurecimento o funcionamento mental enriquece o saber que já se constituiu a partir da primeira função psíquica, a elaboração imaginativa, também os mecanismos mentais de introjeção e projeção, ao tempo em que a criança passa a possuir uma realidade psíquica pessoal, irão tornar-se a base do relacionamento

com a realidade externa.

Uma das consequências desse novo desenvolvimento é que o bebê passa a ter um interior. Surge, então, um intercâmbio complexo entre aquilo que está dentro e aquilo que está fora, que continua através da vida do indivíduo, constituindo-se na principal relação que ele tem com o mundo. [...] Esse intercâmbio de mão dupla envolve mecanismos mentais denominados “projeção” e “introjeção”. (Winnicott, 1964e/1989, p. 56)

 

[...]

O problema ocorre quando, na falta da experiência instintiva, ou caso a incorporação tenha sido prejudicada, a introjeção ficar sem base, podendo tornar-se puramente defensiva, pois, afirma Winnicott, quando há saúde, “a base para esses mecanismos mentais é, nitidamente, o funcionamento da incorporação e eliminação na experiência do corpo” (1963d/1988, p. 93). Em outro texto, Winnicott está se referindo à contribuição de Klein e ao fato de que, na perspectiva dessa autora, a relação com a realidade ocorre em termos desses mecanismos, de modo que a criança está crescendo em um mundo, e tanto a criança como o mundo estão sendo continuamente enriquecidos pela introjeção e projeção. Mas, assinala Winnicott neste ponto:

O material para a introjeção e a projeção tinha, contudo, uma pré-história, pois na base do que a criança foi e é havia o inicialmente incorporado [taken in] relacionado com a função corporal de comer. Desse modo, enquanto se poderia ficar eternamente analisando em termos de projeção e introjeção, as mudanças só ocorreriam relacionadas com o comer, isto é, no erotismo e sadismo orais. (1965/1988, p. 159)

2. Sobre estilo do texto:

Qualquer destaque de palavras ou expressões dentro do texto devem estar em itálico (nunca bold). Palavras em outra língua, bem como título de livros e revistas também devem estar em itálico. Títulos de artigos, poemas e filmes devem vir entre aspas.

Utilizar o novo acordo ortográfico da língua portuguesa já em vigor como base ortográfica do texto.

3. Sobre as notas:

As notas devem ser colocadas no final da página e ser utilizadas apenas como explicação do texto, nunca para colocar indicação de referência.

Utilizar para as notas de rodapé letra tamanho 10, Times New Roman, com texto justificado. 

4. Sobre referências dentro do texto

O padrão adotado por esta editora é autor/data, ou seja, dentro do texto é indicado entre parênteses o sobrenome do autor, a data, além das páginas se houver citação, que devem corresponder à lista de Referências ao final do texto. No caso de uma referência ter ano de consulta da publicação diferente do ano original do livro, devem esses dois anos constar dentro do parênteses para indicação de referência, separados por barras.

Exemplos dentro do texto:

(Loparic, 1995, pp. 41-42)

(Winnicott, 1970/1994, p. 204)

Aqui o ano original do artigo de Winnicott é 1970, mas foi consultada uma edição para citação que é do ano 1994.

4. Casos específicos:

4.1 Autor Winnicott:

Em texto escrito em inglês, as citações de textos de Winnicott, e mesmo de qualquer outro autor cuja obra foi escrita originalmente em inglês, devem ser feitas a partir das versões originais e nunca de retraduções feitas com base em outras línguas. Os anos de artigos e de livros originais deste autor devem seguir a edição inglesa das Obras completas pela editora Oxford: clique aqui para acessá-las.

Exemplos:

Winnicott, D. W. (1967). O conceito de indivíduo saudável. In D. W. Winnicott, Tudo

            começa em casa (pp. 3-22). São Paulo: Martins Fontes, 1999.

Dentro do texto fica: (Winnicott, 1967/1999, p. xxxx)

 

Winnicott, D. W. (1977). The Piggle: An Acoount of the Psycho-Analytic of a Little Girl.

London: Karnac, 1989.

Dentro do texto fica: (Winnicott, 1977/1989, p. xx)

 

Observação: Nas Obras completas da Oxford, há apenas três livros na íntegra (Consultas terapêuticas, Natureza humana e Piggle) e que, portanto, apresentam as datas originais.

Sendo assim, no caso de citar um livro inteiro mas que não seja nenhum desses três, mas que faz parte de uma compilação anterior à da Obra, utilizar como data de entrada da referência a edição que está sendo usada.

 

Exemplo:

Winnicott, D. W. (1999). Tudo começa em casa. São Paulo: Martins Fontes.

Dentro do texto fica: (Winnicott, 1999, p. xxxx)

 

4.2 Autor Freud

4.2.1. Para a indicação de referências deste autor, usar as datas originais.

 

Exemplos:

Freud, S. (1910). Uma recordação de infância de Leonardo da Vinci. In S. Freud, Obras

completas (vol. 9; pp. 113-219). São Paulo: Companhia das Letras, 2013.

Dentro do texto fica: (Freud, 1910/2013, p. xxxx)

 

Freud, S. (1940). Algunas lecciones elementales sobre psicoanálisis. In S. Freud, Obras

            completas (vol. 23, pp. 279-288). Buenos Aires: Amorrortu, 1989.

Dentro do texto fica: (Freud, 1940b/1989, p. xxx)

 

Freud, S. (1931). Female sexuality. In J. Strachey (Ed.), The Standart Edition of

Complete Psychological Works of Sigmund Freud (vol. 21, pp. 223-243). London: Hogarth/Institute of Psychoanalisys, 1989.

Dentro do texto fica: (Freud, 1931/1989, p. xxx)

 

5. Padrões para a lista de Referências

5.1 Sob o item Referências, ao final do texto, devem ser listados apenas os textos diretamente citados no livro ou artigo em questão.

 

5.2 Repetir os sobrenomes (não utilizar traço contínuo _____ para indicar repetição de autor) e não utilizar letras maiúsculas nos sobrenomes. Os prenomes devem ser mencionados após vírgula, mas de modo abreviado, acompanhado de ponto.

 

Exemplos:  

Loparic, Z. (2005). Elementos da teoria winnicottiana da sexualidade. Natureza

humana, 7(2), 311-358.

Loparic, Z. (2006). De Freud a Winnicott: aspectos de uma mudança paradigmática. In

Winnicott na Escola de São Paulo (pp. 29-58). São Paulo: DWW editorial, 2011.

 

5.3 Listar as Referências em ordem alfabética por sobrenome do autor. No caso de livro com autoria múltipla, o nome de todos os autores deve ser colocado (não utilizar et.al.), entre vírgulas, e com & no último sobrenome.

 

Exemplos:

Laplanche, J. & Pontalis, J.-B. (1967). Vocabulaire de la psychanalyse. Paris: Presses

            Universitaires de France.

 

Dias, E. O. (2014). Interpretação e manejo na clínica psicanalítica. São Paulo: DWW

            editorial.

 

5.4 Se na lista houver o mesmo sobrenome de autor com a mesma data, utilizar as letras a, b, c etc. (dentro do texto também devem aparecer estas letras ao indicar uma citação ou referência). Utilizar letras quando a data original for igual, mesmo que haja data da edição consultada e esta seja diferente.

 

Exemplos:

Winnicott, D. W. (1945a). Para um estudo objetivo da natureza humana. In D. W.

Winnicott, Pensando sobre crianças (pp. 31-37). Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

Winnicott, D. W. (1945b). Alimentação do bebê. In D. Winnicott, A criança e seu mundo

(pp. 31-36). Rio de Janeiro: Zahar, 1971.

 

5.5 Modelo de Referências:

De livros impressos:

Sobrenome do autor, nome do autor abreviado (ano original do livro entre parênteses). Nome do livro em itálico. Cidade: Editora, ano de publicação do livro consultado (se não for o mesmo do original).

 

Exemplo:

Winnicott, D. W. (1977). The Piggle: relato de um tratamento psicanalítico de uma

menina. Rio de Janeiro: Imago, 1987.

 

De livros eletrônicos:

Sobrenome do autor, nome do autor abreviado (ano original do livro). Nome do livro em itálico. Cidade: Editora, ano de publicação consultada do livro. Versão eletrônica. 

Exemplo:

Loparic, Z. (2014). Winnicott e Jung. São Paulo: DWW editorial. Versão eletrônica.

 

De artigos de livros:

Sobrenome do autor, nome do autor abreviado (ano original do artigo). Nome do artigo sem aspas. In Nome(s) do autor abreviado, Sobrenome do autor, nome do livro em itálico (entre parênteses capítulo em arábico ou páginas com pp.). Cidade: Editora, ano da edição consultada (se não for o mesmo do original).

 

Exemplos:

Winnicott, D. W. (1970). As bases para o si-mesmo no corpo. In D. W. Winnicott,

            Explorações psicanalíticas (cap. 37).  Porto Alegre: Artmed, 1994.


Rosa, C. D. (2014). O pai em Winnicott. In C. Dias Rosa (org.), E o pai? Uma abordagem

            winnicottiana (pp. 25-62). São Paulo: DWW editorial.

 

De artigos de revistas impressas:

Sobrenome do autor, nome abreviado (ano da edição da revista). Nome do artigo sem aspas. Nome da revista em itálico, volume e/ou (número entre parênteses), intervalo das páginas. 

Exemplo:

Loparic, Z. (1995). Winnicott e o pensamento pós-metafísico. Psicologia USP, 6(2), 39-

            61.

De artigos de revistas eletrônicas:

Sobrenome do autor, nome abreviado (ano da edição). Nome do artigo sem aspas. Nome da revista em itálico, volume e/ou (número entre parênteses), páginas se houver. 

Exemplo:

Dias, E. O. (2012). O caso Guntrip. Winnicott e-prints, série 2, 7(2), 52-81. 

De publicações acadêmicas:

Sobrenome do autor, nome do autor abreviado (ano do texto). Título em itálico. Indicar se o texto é a dissertação de mestrado, a tese de doutorado ou de livre-docência, o programa no qual foi inserido, a instituição, a cidade da instituição onde houve a defesa. 

Exemplo:

Garcia, R. M. (2009). A agressividade na psicanálise winnicottiana. Tese de Doutorado,

Programa de Estudos Pós-Graduados em Psicologia Clínica, Pontifícia Universidade Católica, São Paulo. 

De publicações institucionais:

A entrada deve ser em itálico pelo nome da publicação, seguida das indicações da instituição e ano de publicação. No caso de ser material disponível na internet, colocar site onde foi encontrado e data de quando foi acessado pelo autor. 

Exemplo:

Subsídios para a campanha Não à medicalização da vida: medicalização da educação.

Conselho Federal de Psicologia, XV Plenário, Gestão 2011-2013. Disponível em: https://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2012/07/Caderno_AF.pdf. Acessado em: 10 de maio de 2015. 

De filmes: 

Sobrenome do diretor, nome do diretor abreviado (ano do lançamento do filme). Nome do filme em itálico. Nome da empresa cinematográfica: país em que se localiza. 

Exemplo:

Zemeckis, R. (1994). Forrest Gump. Paramount Pictures: USA. 



[1] Inclui livros, ebooks e artigos para as revistas Natureza humana e Winnicott e-prints.

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