O caráter de indeterminidade da angústia na formação humana
DOI:
https://doi.org/10.59539/2175-2834-v27n2-813Palavras-chave:
angústia; Heidegger; indeterminidade; formação humana.Resumo
Neste artigo, discute-se o fenômeno da angústia em seu caráter de indeterminidade, tendo como referência central o horizonte filosófico de Martin Heidegger, além de outras interfaces clássicas e contemporâneas, a exemplo da psicanálise. A proposta é a de elaborar a correspondência dessa indeterminidade enquanto uma marca fundamental também da formação humana. Metodologicamente, opera-se uma fenomenologia hermenêutica na pesquisa qualitativa de cunho bibliográfico. Em vista disso, toma-se o caráter de indeterminidade a partir de uma tonalidade afetiva fundamental na constituição estrutural deste que está em vigor na formação humana: em termos heideggerianos, da formação do ser-aí humano. Logo, uma tonalidade ontológica. A partir dessa imbricação, qual seria o contributo para se pensar a formação? Uma pista à interrogação: busca-se mostrar que o indicativo da indeterminidade do objeto da angústia repercute desse modo no objeto da formação humana, vigorando no ser-aí uma orientação maior que lhe é fundante, a saber: a indeterminidade do ser. Portanto, a formação humana advém desse fundamento de indeterminidade.Downloads
Publicado
2025-08-29 — Atualizado em 2025-08-29
Como Citar
Mannes, I., & Moura, R. S. de. (2025). O caráter de indeterminidade da angústia na formação humana. Natureza Humana - Revista Internacional De Filosofia E Psicanálise, 27(1), 166–190. https://doi.org/10.59539/2175-2834-v27n2-813
Edição
Seção
Artigos